Confira as receitas do Papo de Fogão Raiz: guisado de boi, caldo de mocotó e camarão na taça – Blog do BG

Confira as receitas do Papo de Fogão Raiz: guisado de boi, caldo de mocotó e camarão na taça

GUISADO DE BOI
Ingredientes:
1kg de lombo paulista em cubos
1 cebola roxa picada
4 alhos picados
½ pimentão verde picado
½ tomate verde
Sal e pimenta do reino a gosto
1 colher de sopa de colorau
1 colher de sopa de tempero Edu Guedes
1 colher de sopa de tempero Ana Maria Braga
1 colher de sopa de tempero molho tártaro
2 copos de água

Modo de preparo:
Com o fogo desligado, coloque todos todos os ingredientes sólidos na panela e misture bem. Acrescente a água e ligue em fogo médio. Feche a panela de pressão e deixe cozinhar por 20 minutos, após a panela começar a chiar. Deixe perder a pressão para abrir a panela.

Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 20 min

Patrocínio:
Prefeitura do Natal/Programa Djalma Maranhão, Unimed Natal, DNA Center e Hospital do Coração.

CAMARÃO NA TAÇA
Ingredientes:
Camarão
9 camarões de 30g
Sal e pimenta do reino a gosto
Suco de ½ limão
Azeite a gosto
300g de farinha panco
100g de amido de milho
2 ovos
Óleo para fritar

Modo de preparo:
Retire a cabeça e as cascas do camarão, deixando o rabo. Retire as vísceras dos camarões. Tempere com sal, pimenta, limão e azeite. Deixe pegar gosto por uns 10 minutos. Empane os camarões passando no amido de milho, no ovo e na farinha panco. Reserve. Coloque o óleo pra aquecer, quando estiver quente frite os camarões. Quando estiver dourado, retire, coloque sobre um papel toalha. Numa taça de martini coloque o purê de jerimum até um pouco mais da metade da taça e arrume os camarões com a parte do rabo para fora da taça e a outra parte dentro do purê. Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 15m
Tempo de cozimento: 8 min

Purê de Jerimum

200g de jerimum leite
50ml de leite
1 colher cheia de manteiga

Modo de preparo:
Cozinhe o jerimum em banho maria até ficar bem mole. Amasse com amassador ou bata com um mixer. Coloque jerimum em uma panela, acrescente o leite, a manteiga e misture até incorporar bem e começar a ferver. Desligue o fogo e reserve.

Tempo de preparo: 5m
Tempo de cozimento: 8 min

Patrocínio:
Prefeitura do Natal/Programa Djalma Maranhão, Unimed Natal, DNA Center e Hospital do Coração.

CALDO DE MOCOTÓ
Ingredientes:
1kg de mocotó
½ cebola picada
½ pimentão verde picado
1 limão
Sal e pimenta do reino a gosto
2 colheres de sopa de colorau
1 colher de sopa de tempero Edu Guedes
1 colher de sopa de tempero Ana Maria Braga
1 colher de sopa de tempero molho tártaro
1L de água

Modo de preparo:
Lave o mocotó com bastante água corrente e depois com um limão. Reserve. Com o fogo desligado, coloque todos todos os ingredientes sólidos na panela e misture bem. Acrescente a água e ligue em fogo médio. Feche a panela de pressão e, após a panela começar a chiar, deixe cozinhar por 40 minutos. Deixe perder a pressão para abrir a panela.

Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 40 min

Patrocínio:
Prefeitura do Natal/Programa Djalma Maranhão, Unimed Natal, DNA Center e Hospital do Coração.

Opinião dos leitores

Que comida maravilhosa
Quando o véi Bolsonaro vier por aqui, vou oferecer essa delícia,
Mas vou logo avisando.
Vá divagar, coma pouco pra não ficar dó doí.
Lembre se da facada covarde do Psolista, o Brasil precisa de vc.
A missão ainda não está cumprida.
Com certeza ele vai obedecer.
Ô véi bom!
Duro!
Reeleito em primeiro turno.
Tá estourado.
Mito 22.

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Golpistas cruzam chaves vazadas de Pix com outros dados para aplicar novas fraudes; Saiba o que fazer para se prevenir

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Desde que começou sua operação no final de 2020, o Pix já ultrapassou a marca de 400 milhões de chaves cadastradas. Com a difusão, o método de pagamento instantâneo também passou a ser percebido por criminosos como um terreno fértil para aplicação de novos golpes.

Entre setembro de 2021 e março deste ano, o BC registrou três vazamentos de dados de usuários que utilizam o Pix. Apesar de envolver apenas informações cadastrais —como nome, CPF, telefone e instituição bancária—, 576.785 chaves foram expostas no total.

Em nota, o BC esclareceu que as informações não são sensíveis ou sigilosas. “Parte costuma ser compartilhada pelos usuários ao se fazer uma operação TED ou DOC, estão impressas nos cheques e podem constar nos comprovantes das transações.”

O perigo, contudo, está no que cibercriminosos têm feito com essas informações, dizem especialistas. Com dados cadastrais em mãos, é possível que cruzem com vazamentos anteriores e também identifiquem perfis pessoais de usuários em redes sociais —e, a partir daí, apliquem golpes phishing e de “engenharia social”.

Phishing —termo do inglês que deriva de “pesca”— é a tentativa de “fisgar” uma vítima através de falsas solicitações por mensagens de texto, WhatsApp, links enganosos ou mesmo ligações. Já a engenharia social é aquela em que criminosos tentam manipular a vítima para que forneçam informações.

O cibercriminoso, em posse de CPF, nome completo e até data de nascimento, pode se passar por um funcionário do banco e pedir senhas de cartões, dados de conta e de caráter sigiloso. Por serem informações reais e, teoricamente, somente de posse da instituição financeira, é comum que a vítima confie que seja uma solicitação verdadeira e caia na armadilha.

“A partir do momento em que a vítima cria um elo de confiança com o criminoso, ele pode criar inúmeras histórias para tentar efetuar o estelionato”, explica Wanderson Castilho, perito em crimes digitais. “Os vazamentos em si não são nocivos, mas facilitam a criação de novos golpes.”

Na ligação, por exemplo, o golpista pode dizer que tem um empréstimo pré-aprovado no nome da vítima ou até mesmo alegar que houve uma tentativa de invasão à conta e, por isso, precisa alterar a senha de ingresso.

Outro caso recorrente, segundo Castilho, é o hackeamento de contas de redes sociais, como WhatsApp e Instagram, em que, passando-se pela vítima, é disparada uma mensagem para contatos frequentes pedindo ajuda financeira ou oferecendo falsas promoções.

“As histórias são infinitas, mas a metodologia é sempre a mesma. A partir das informações cadastrais que já tem, o estelionatário busca outras para conseguir, efetivamente, aplicar o golpe, quer seja na vítima inicial, quer seja nos contatos dela”, diz Castilho.

Como se prevenir

Nesse contexto de exposição de dados pessoais e fragilidade na internet, a principal arma contra golpes, de acordo com os especialistas, é justamente a informação.

“A partir do momento em que o usuário desconfia que se trata de um golpe, ele já está mais do que na metade do caminho para não cair”, diz Castilho.

Para evitar golpes, especialistas aconselham uma série de medidas de segurança. “Do ponto de vista do consumidor, o que eu mais recomendo é fazer a autenticação em duas etapas de cada rede social para evitar clonagens, e, sobretudo, comprar apenas de lugares que você mesmo buscou”, diz Abalém.

“Sempre desconfie de links e supostos funcionários de bancos que chegam até você, e, na dúvida, vá por conta própria até um canal oficial de comunicação.”

O Banco Central ressalta que cada usuário que teve sua chave Pix exposta foi notificado, individualmente, por meio do sistema interno da instituição bancária de relacionamento. Isso quer dizer que nenhuma outra forma de contato, quer seja mensagem de texto, quer seja ligação ou e-mail, foi utilizada.

Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) reforça que o Pix “continua seguro e não há risco de o fraudador se apropriar de uma chave em nome do cliente”.

“A Febraban e os bancos associados têm como prioridade a segurança dos seus clientes e investem R$ 25,7 bilhões por ano em tecnologia e segurança da informação, através do monitoramento constante de suas respectivas infraestruturas.”

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VÍDEO: Mulher derruba e agride criminoso de bicicleta para tentar evitar assalto no Ceará

Uma mulher derrubou um criminoso da bicicleta e deu murros nas costas do suspeito para evitar que o celular fosse levado durante um assalto na Rua Barão de Ibiapaba, no Centro de Caucaia, na Região Metropolitana. O caso aconteceu na manhã desta sexta-feira (8).

A Polícia Civil do Estado informa que um boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia Metropolitana da Caucaia, unidade que realiza buscas na região visando identificar e capturar o suspeito. Imagens de câmeras de segurança auxiliam as investigações

A ação foi flagrada por uma câmera que registrou o momento que a vítima caminhava sozinha na rua, levando uma sacola em uma mão e uma bolsa, o celular e um guarda-chuva pequeno na outra.

O vídeo mostra um homem passando pela mulher em uma bicicleta e parando logo em seguida. Em determinado momento, os dois saem do enquadramento da câmera e quando retornam já aparece o ciclista segurando um dos braços da pedestre, que reage e dá uma pancada na cabeça dele, fazendo com que os outros objetos dela caiam na pista.

O homem pega o celular no chão, tenta fugir, mas é impedido pela mulher, que tenta pegar o aparelho de volta, segura o suspeito e faz ele derrubar a bicicleta. A mulher chega a tirar a camisa do criminoso, que não desiste, pega o celular no chão, enquanto leva murros nas costas dados pela vítima. Apesar da reação, o homem conseguiu fugir com o aparelho.

g1

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Mais de 1.200 mortos são encontrados na região de Kiev, diz governo ucraniano

Foto: Sérgio Utsch/SBT News

A procuradora-geral da Ucrânia, Irina Venediktova, informou neste domingo (10) que foram encontrados 1.222 cadáveres na região em torno da capital, Kiev, que esteve parcialmente ocupada pelas forças russas durante várias semanas.

“Temos até agora 1.222 mortos só na região de Kiev”, afirmou Venediktova em entrevista em inglês à emissora britânica Sky News, na qual destacou que há 5.600 investigações abertas sobre supostos crimes de guerra desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro.

A funcionária não explicou se os corpos encontrados eram exclusivamente de civis.

Há uma semana, Venediktova informou que haviam sido encontrados 410 civis mortos em regiões libertadas nos arredores de Kiev. A procuradora destacou na ocasião que sem dúvida havia mais corpos que ainda não tinham sido encontrados e examinados.

A cidade de Bucha, a noroeste de Kiev, se tornou um símbolo dos horrores da guerra na Ucrânia, com cerca de 300 pessoas enterradas em valas comuns, segundo um balanço anunciado pelas autoridades em 2 de abril.

Neste domingo (10), o aeroporto de Dnipro voltou a ser atacado por mísseis russos e foi totalmente destruído, de acordo com informações divulgadas pelo governo local. Ainda não se sabe o número exato de vítimas.

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Jesus sofreu abuso sexual antes de ser crucificado, afirma teólogo

Imagem: The Flagellation of Christ; c. 1606/1607 – Caravaggio

Teólogo inglês defende a tese de que Jesus Cristo foi vítima de abuso sexual antes de ser crucificado. Relacionando os maus-tratos a prisioneiros da era romana e práticas de ditaduras latino-americanas, ele estuda a dimensão sexual da tortura e propõe nova postura das igrejas cristãs.

O inglês David Tombs, 57, nunca se esqueceu da lição aprendida em 1987 com o célebre professor e teólogo James Cone (1938-2018) em Nova York. “Não preste atenção somente às perguntas que são feitas. Olhe também para as perguntas que ninguém está fazendo.”

Radicado na Nova Zelândia, o também teólogo Tombs lida há 23 anos com duas dessas perguntas: o que significam os três momentos em que Jesus Cristo é publicamente despido, antes da crucificação? E por que isso importa?

Por séculos, as artes plásticas traduziram o desnudamento antes da execução como um aspecto lateral, que Jesus encarou serenamente ao subir à cruz que marcou o pensamento do Ocidente. Mesmo no violentíssimo “A Paixão de Cristo” (2004), de Mel Gibson, esse episódio é neutralizado. É preciso voltar ao Evangelho de Marcos para captar os horrores da Via-Crúcis.

“Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado. E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte [unidade militar romana com 500 soldados]. E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça. E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus! E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele e, postos de joelhos, o adoraram. E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem” (Marcos 15:15-20, versão Almeida).

Para Tombs, tudo isso retrata que Cristo foi vítima de um abuso sexual: exposto em sua nudez, espancado e humilhado enquanto nu, em uma recreação sádica que contou com 500 soldados, entre participações diretas e olhares curiosos.

Professor de teologia e questões públicas na Universidade de Otago, em Dunedin, na Nova Zelândia, o anglicano Tombs publicou em 1999 seu primeiro artigo sobre o tema, intitulado “Crucificação, terrorismo de Estado e abuso sexual“. Hoje, não está mais sozinho: outros teólogos já abordam o aspecto sexualizado do martírio de Cristo.

Em 2021, Tombs editou um compêndio de artigos de teólogos ao lado das professoras Jayme Reaves e Rocío Figueroa, “When Did We See You Naked?” (quando foi que te vimos nu?, SCM Press, inédito no Brasil). Neste ano, o teólogo deve lançar um novo livro, em que consolida todo o seu pensamento.

“São dois aspectos: o primeiro é o que o texto realmente fala. Vejo a nudez forçada de Cristo como uma forma de violência sexual, o que justifica chamá-lo de vítima de abuso sexual. Embora muitas pessoas tenham dificuldade de chamar a nudez forçada de violência sexual, tendo a crer que elas estão sendo desnecessariamente resistentes ao que o texto afirma”, diz Tombs, por videochamada.

O segundo aspecto é menos direto na resposta, mas ainda relevante: o que pode ter ocorrido depois do desnudamento?

Não sabemos ao certo, mas podemos levantar uma questão que não é meramente especulativa nem leviana, porque temos evidências de maus-tratos a prisioneiros da era romana e também perspectivas trazidas pelo contexto de outras torturas modernas, na documentação das ditaduras em El Salvador, Brasil, Argentina, Chile, Sri Lanka e Abu Ghraib (prisão do Exército americano no Iraque), por exemplo.

A experiência latino-americana da tortura de Estado foi primordial para a pesquisa de Tombs. À época de seu doutorado em Londres, o teólogo graduado em Oxford estudava a Teologia da Libertação, que prosperou nos anos 1970 e 1980 pela América Latina para depois se tornar anátema do catolicismo mais conservador, sob a acusação de ser marxista e de forçar interpretações politizadas do texto bíblico. Para Tombs, tratava-se do contrário: o movimento tinha a virtude de buscar no texto bíblico o que poucos queriam ver.

O inglês esteve duas vezes em El Salvador para estudar a teologia de Jon Sobrino e outros pensadores em 1987, ainda na guerra civil, e em 1996, quatro anos após o fim do conflito.

O que realmente o impactou, contudo, foi ler em uma biblioteca londrina em 1997 o relato da refugiada salvadorenha Brenda Sánchez-Galán, que entrou ilegalmente nos EUA. Ela contou que, em 1983, uma colega do centro médico foi espancada e estuprada pelos soldados da ditadura, levada a uma praça perto de San Salvador e executada a tiros de metralhadora, em uma cena de bizarra conotação sexual.

“Fiquei chocado pelo fato de que tinha estudado aquilo e nunca tinha focado o tema da sexualidade. Comecei a tentar entender mais por que os soldados fazem isso com as pessoas. Li relatórios de tortura, de direitos humanos e de comissões da verdade e ficou absurdamente nítido para mim como o abuso sexual é comum na tortura, ainda que não seja a primeira coisa em que as pessoas pensam quando se fala de tortura.”

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