Quinta das Bágeiras

Vinhos Quinta das Bágeiras

A marca Quinta das Bágeiras constitui a coluna vertebral de todos os produtos da casa, reflectindo a nossa forma de estar no mundo dos vinhos. Procuramos acima de tudo qualidade e carácter, por isso, adoptamos uma enologia minimalista, fazendo os vinhos da forma mais natural possível, para que exprimam o terroir onde nasceram. Estes vinhos possuem também uma grande longevidade, sejam tintos, brancos ou espumantes. Estes últimos são elaborados somente na versão Bruto Natural.

Garrafeira Tinto

Reserva Tinto

Colheita Tinto

Garrafeira Branco

Colheita Branco

Espumante Grande Reserva

Espumante Super Reserva

Espumante Reserva Tinto

Espumante Bruto Branco

Espumante Rosé

Aguardente Vínica Velha

Aguardente Bagaceira

Abafado

Vinagre Gourmet

Quinta das Bágeiras – Garrafeira Tinto

Garrafeira tinto

Castas: Baga
Álcool: 14,5%
Produção média: 7 000 garrafas

As uvas deste vinho têm origem em vinhas muito velhas (idade superior a 90 anos). São fermentadas entre 5 a 8 dias em lagar aberto e sem desengace (não se retiram os bagos do cacho). Depois, é feita uma remontagem com massas de madeira, várias vezes ao dia, até atingirem a intensidade correta. De seguida, o vinho acaba a fermentação em tonéis de madeira já antigos. Enquanto repousa é passado a limpo e estagia nos mesmos tonéis cerca de 18 meses. É engarrafado sem qualquer colagem ou filtragem. Todos estes processos são feitos manualmente. É um vinho que só se produz em anos de excepcional qualidade.

2010 “Oriundo de vinhas centenárias, o vinho mostra bem a excelência do ano na região. Compacto, com a estrutura sólida a envolver taninos poderosos, muita frescura e complexidade, grande expressão de casta e terroir. 18/20” – in Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Reserva Tinto

Reserva tinto

Castas: Baga e Touriga Nacional
Álcool: 13%
Produção média: 9 000 garrafas

Algumas das suas uvas Baga provêm de vinhas velhas, mas nos anos em que não há garrafeira tinto e há reserva tinto, a totalidade das uvas das vinhas velhas destina-se a este vinho. Essas uvas são fermentadas entre 5 a 8 dias em lagar aberto e sem desengace (não se retiram os bagos do cacho). Depois, é feita uma remontagem com massas de madeira, várias vezes ao dia, até atingirem a intensidade correta. De seguida, o vinho acaba a fermentação em tonéis de madeira já antigos. Enquanto repousa é passado a limpo e estagia nos mesmos tonéis cerca de 18 meses. É engarrafado sem qualquer colagem ou filtragem. Todos estes processos são feitos manualmente.

2011 “Baga (60%) e Touriga Nacional (40%) conjugam-se com grande harmonia, num vinho que respira carácter e elegância, com bagas silvestres, especiarias, ervas frescas. Sumarento, expressivo, longo, cheio de garra. 17/20” – in Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Colheita Tinto

Colheita tinto

Castas: Baga
Álcool: 13%
Produção média: 30 000 garrafas

As uvas deste vinho são retiradas de vinhas relativamente novas (mais de 15 anos) mas, muitas vezes, só na terceira vindima dessas vinhas, sendo que a primeira se destina à produção de aguardente e a segunda à produção de espumante rosé. São fermentadas entre 5 a 8 dias em lagar aberto e sem desengace. Depois, é feita uma remontagem com massas de madeira, várias vezes ao dia, até atingirem a intensidade correta. De seguida, o vinho acaba a fermentação em tonéis de madeira já antigos. Enquanto repousa é passado a limpo e estagia nos mesmos tonéis cerca de 18 meses. É engarrafado sem qualquer colagem ou filtragem. Todos estes processos são feitos manualmente.

2011 “Feito com uvas Baga e fermentado em lagar, mostra-se mais fino do que em colheitas anteriores, com notas de frutos silvestres macerados, muitas especiarias. Os taninos estão presentes mas equilibrados. O final é fresco e longo. 15,5/20” – in Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Garrafeira Branco

Garrafeira branco

Castas: Bical e Maria Gomes
Álcool: 13,8%
Produção média: 3 000 garrafas

As uvas do vinho Quinta das Bágeiras branco garrafeira são provenientes de vinhas velhas, com mais de 75 anos. É vinificado de bica aberta, sendo o mosto colocado em pequenos decantadores de 1m³ onde permanece entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através de precipitação natural. No final deste processo, o mosto é transferido para tonéis antigos de madeira, de 2500l, onde já foram feitas centenas de fermentações. É engarrafado sem qualquer tipo de filtragem ou colagem (processo de clarificação, em que se arrastam as proteínas) e nem sempre no mesmo mês, pois deixamos o próprio vinho decidir quando está pronto para o engarrafamento. Esperamos por ele em vez de o forçarmos.

2012 “Feito de vinhas quase centenárias, mantém o estilo clássico da casa mas com uma singular elegância, notas de sílex, citrinos maduros, especiarias. Volumoso mas muito fresco, com acidez generosa, complexo, longo e requintado, pleno de carácter e distinção. Um branco muito especial. 18/20” – in Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Colheita Branco

Colheita branco

Castas: Maria Gomes, Bical e Cerceal
Álcool: 13%
Produção média: 15 000 garrafas

O vinho Quinta das Bágeiras branco colheita provém de vinhas com pouco mais de 15 anos. É vinificado por um processo ancestral, sendo o mosto colocado em pequenos decantadores abertos de 1m³ onde permanece entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através de precipitação natural. No final deste processo, o mosto é transferido para depósitos de inox onde fermenta, com um controlo de temperatura feito com queda de água refrigerada. É um vinho que fermenta só com as leveduras indígenas, próprias da uva, sem qualquer adição de enzimas ou leveduras extra.

1989 “Cor amarelo-ouro, viva e brilhante. Leves notas de feno, algum mel e sensações fortes de restolho. Enorme poder fenólico, cheio e concentrado, poderoso, quase mastigável, vigoroso, repleto de energia, senhor de um final de boca quase infindável. Enorme! 18/20” – in Guia de Vinhos 2012, Rui Falcão

Quinta das Bágeiras – Espumante Grande Reserva

Espumante Grande Reserva

Castas: Maria Gomes e Bical
Álcool: 13,6%
Produção média: 3 000 garrafas

Feito com as uvas das nossas melhores vinhas. É vinificado de bica aberta, sendo o mosto colocado em pequenos decantadores de 1m³ onde permanece entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através de precipitação natural. No final deste processo, o mosto é transferido para depósitos de inox onde fermenta, com um controlo de temperatura feito com queda de água refrigerada. Aqui procuramos ter um vinho base em que exista um pouco mais de teor alcoólico, mantendo uma acidez elevada. O vinho base é espumantizado, normalmente, em março do ano seguinte e, no caso do Grande Reserva, estagia 48 meses em cave antes do degorgement .
Trata-se de um espumante método tradicional, fermentado em garrafa, com a remuage feita à mão em pupitres de madeira. Sendo um bruto natural, não tem qualquer adição de açúcar no licor de expedição.
Com algum grau de envelhecimento, este espumante é produzido apenas em vindimas de excecional qualidade.

2012 “Pela primeira vez feito com Maria Gomes e Baga, mostra uma bela presença de fruta, com muitas notas limonadas, um leve toque vegetal a dar garra. Leve, harmonioso, elegante, com juventude e frescura. 16/20” – Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Espumante Super Reserva

Espumante Super Reserva

Castas: Bical e Maria Gomes
Álcool: 12,5%
Produção média: 6 000 garrafas

É vinificado de bica aberta, sendo o mosto colocado em pequenos decantadores de 1m³ onde permanece entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através de precipitação natural. No final deste processo, o mosto é transferido para depósitos de inox onde fermenta, com um controlo de temperatura feito com queda de água refrigerada. Aqui procuramos ter um vinho base em que exista um pouco mais de teor alcoólico, mantendo uma acidez elevada. O vinho base é espumantizado, normalmente, em março do ano seguinte e, no caso do Super Reserva, estagia 24 meses em cave antes do degorgement. Trata-se de um espumante método tradicional, fermentado em garrafa, com a remuage feita à mão em pupitres de madeira. Sendo um bruto natural, não tem qualquer adição de açúcar no licor de expedição.

2012 “Mantém o estilo sério e austero da casa, mas agora com uma elegância e cremosidade muito atractivas. Encorpado, centrado nas notas de lima e toranja, com perfeita acidez, pode evoluir bem na garrafa. 16,5/20” – Revista de Vinhos, 2013

Quinta das Bágeiras – Espumante Reserva Tinto

Espumante Reserva Tinto

Castas: Baga
Álcool: 12,5%
Produção média: 4 000 garrafas

As uvas do vinho base deste espumante são vindimadas com um teor alcoólico potencial moderado. O mosto é retirado do lagar e fermenta em tonéis de madeira já antigos, onde fica em repouso. Enquanto estagia é passado a limpo e é engarrafado no ano seguinte à vindima. Trata-se de um espumante método tradicional, fermentado em garrafa, com a remuage feita à mão em pupitres de madeira.
Sendo um bruto natural, não tem qualquer adição de açúcar no licor de expedição.

2006 “O perfil aromático do tinto está aqui bem presente com as notas da casta Baga com alguma evolução a fazerem-se notar com evidência. A acidez é boa, mas os taninos são difíceis, e com este perfil aponta-se claramente para churrascos de Verão, como sardinhas assadas ou carne de porco. 15/20” – guia Vinhos de Portugal 2015, João Paulo Martins, prova de 2011

Quinta das Bágeiras – Espumante Bruto Branco

Espumante natural branco

Castas: Maria Gomes, Bical e Cerceal
Álcool: 12,5%
Produção média: 45 000 garrafas

É vinificado de bica aberta, sendo o mosto colocado em pequenos decantadores de 1m³ onde permanece entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através de precipitação natural. No final deste processo, o mosto é transferido para depósitos de inox onde fermenta, com um controlo de temperatura feito com queda de água refrigerada. Há um especial cuidado em colher as uvas que tenham o equilíbrio correto entre acidez e álcool. O vinho base é espumantizado, normalmente, em março do ano seguinte e, no caso do Reserva, estagia 12 meses em cave antes do degorgement. Trata-se de um espumante método tradicional, fermentado em garrafa, com a remuage feita à mão em pupitres de madeira. Sendo um bruto natural, não tem qualquer adição de açúcar no licor de expedição.

2012 “Pela primeira vez feito com Maria Gomes e Baga, mostra uma bela presença de fruta, com muitas notas limonadas, um leve toque vegetal a dar garra. Leve, harmonioso, elegante, com juventude e frescura. 16/20” – Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Espumante Bruto Rosé

Espumante Rosé

Castas: Baga
Álcool: 12,5%
Produção média: 30 000 garrafas

As uvas deste espumante são obtidas de uma segunda vindima das vinhas mais indicadas para criar uvas de Baga para um espumante rosé. É vinificado de bica aberta, sendo o mosto colocado em pequenos decantadores de 1m³ onde permanece entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através de precipitação natural. No final deste processo, o mosto é transferido para depósitos de inox onde fermenta, com um controlo de temperatura feito com queda de água refrigerada. É engarrafado no ano seguinte à vindima. Trata-se de um espumante método tradicional, fermentado em garrafa, com a remuage feita à mão em pupitres de madeira.
Sendo um bruto natural, não tem qualquer adição de açúcar no licor de expedição.

2013 “Tem uma cor muito acentuada, mais do que o desejável, mas o vinho mostra-se muito bem, com fruta de qualidade, sempre num registo contido e sério. Muito equilibrado de boca, muita frescura, bom companheiro à mesa. 16/20” – Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Aguardente Vínica Velha

Aguardente Vínica Velha

Álcool: 40%
Produção média: 2 500 garrafas

Esta aguardente é obtida de uma vindima precoce de casta Baga, na generalidade das vinhas, exclusivamente para a produção de aguardente, e da decantação dos vinhos brancos. É destilada no nosso alambique charentais e envelhece em barris e pipas de madeira novos de 50, 100 e 550 litros na zona de maior amplitude térmica da adega. É uma aguardente com cerca de 10 anos.

2012 “Bela presença aromática, balsâmicos, licorados, leve tosta, marmelo. Na boca muito encorpada conjuga vigor, austeridade e elegância, num conjunto suave mas potente, com final muito longo, seco e caloroso. 17/20” – Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Aguardente Bagaceira

Aguardente Bagaceira

Álcool: 50%
Produção média: 1 000 garrafas

Esta é uma aguardente produzida somente com os bagaços de uvas tintas. Uma das características raras da produção desta aguardente, muito importante na vertente analítica e aromática, é a destilação ser feita imediatamente após concluir a fermentação no lagar, obtendo assim um teor de metanol muito baixo. Outra particularidade é ser vinificada sem retirar o engaço, por termos concluído em experiências anteriores que a intensidade aromática de uma aguardente bagaceira proveniente de uvas não desengaçadas é muito mais delicada. Esta aguardente é destilada em alambique de colunas na nossa própria adega.

2012 “Bela presença aromática, balsâmicos, licorados, leve tosta, marmelo. Na boca muito encorpada conjuga vigor, austeridade e elegância, num conjunto suave mas potente, com final muito longo, seco e caloroso. 17/20” – Revista de Vinhos, 2014

Quinta das Bágeiras – Abafado

Abafado

Casta: Baga
Álcool: 19%
Produção média: entre 1000 e 3000 garrafas

Vinho elaborado com uvas Baga, cuja fermentação decorreu em pequenos lagares abertos, tendo sido interrompida com a adição de aguardente produzida na Quinta das Bágeiras. Esta aguardente foi destilada duplamente em alambique charentais, transmitindo a sua excelência ao abafado. Este abafado envelhece, no mínimo, 10 anos em barrica, com uma oxigenação elevada.

Quinta das Bágeiras – Vinagre Gourmet

Vinagre Gourmet

Álcool: 1.2%
Acidez: 10 g/L
Produção média: 1 500 garrafas

Em 1992, recuperámos a pequena adega que os avós maternos tinham na aldeia Amoreira da Gândara. O avô Armando gostava muito de vinagre e sempre teve na adega aquilo a que chamamos uma “vinagreira”. É um vinagre feito de vinhos sãos que, no mesmo ano, colocámos a acidificar, de forma inteiramente natural, nessa pequena adega, em barricas de cerca de 300l, durante 10 anos, até ter transformado o álcool em ácido acético. Está à venda em garrafeiras e lojas gourmet.

Pai Abel

Em jeito de homenagem a Abel Nuno, que representa a 2º geração da Quinta das Bágeiras, criámos vinhos tinto e branco à sua medida, vinhos com carácter que impressionam pela estrutura forte e cheia. Assim, quisemos também provar a nós próprios que é possível fazer um grande vinho a partir de vinhas com “apenas” 15 anos, mas inseridas num excelente terroir , imitando a produção natural de uma vinha velha, através da mistura de castas e da redução da produção da vinha mais nova.

Pai Abel tinto

Pai Abel branco

Pai Abel – tinto

Pai Abel tinto

Castas: Baga e Touriga Nacional
Álcool: 14%
Produção média: 2 000 garrafas

As uvas deste vinho provêm de uma parcela com as duas castas misturadas, procurando-se assim replicar o tipo de plantação de uma vinha centenária. Também com esse objetivo, e através de intervenções na vinha, a produção foi limitada a dois ou três cachos por cepa. As uvas das duas castas, vindimadas ao mesmo tempo, e sem desengace, fermentaram cerca de uma semana em lagar aberto. Ao longo desse tempo, foram feitas remontagens com massas de madeira, várias vezes ao dia, até o vinho atingir a intensidade correta. Finalmente, o vinho acabou a fermentação em barricas usadas de Borgonha (carvalho francês) onde estagiou. Passou depois para um pequeno tonel de madeira onde permaneceu até ao engarrafamento sem qualquer colagem ou filtragem.

2009 “Muito concentrado na cor, aroma ainda fechado, mas carregado de notas de frutos pretos, tudo num registo balsâmico e muito impressionante ao nariz. Muito bem também na boca, rico, muito texturado, com a rusticidade que lhe é conferida pelo tonel. Um belíssimo Bairrada com tudo o que de bom é suposto os clássicos terem. 18/20” – in guia Vinhos de Portugal 2015, João Paulo Martins

Pai Abel – branco

Pai Abel branco

Castas: Bical e Maria Gomes
Álcool: 13,5%
Produção média: 5 000 garrafas

É um vinho de uvas provenientes de vinhas com cerca de 15 anos, às quais se reduziu drasticamente a produção. Foi vinificado de bica aberta, sendo o mosto colocado em pequenos decantadores de 1m³ onde permaneceu entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através de precipitação natural. No final deste processo, fermentou em barricas usadas de carvalho francês que adquirimos na região de Borgonha. Foi feita uma ligeira bâtonnage e estagiou nas barricas até ficar completamente límpido, de forma natural. Engarrafado sem filtragem ou colagem.

2012 “Nariz muito complexo e opulento, fruta amarela, geleia suave, notas de bergamota e flores secas, especiarias, minerais, confeitaria. Na boca tudo afina e concentra, com incrível precisão, estrutura firme, acidez alta muito bem integrada, longo e luxuoso final. 18,5/20” – in Revista de Vinhos, 2013

Avô Fausto

A vocação vitivinícola da família nasceu com o avô Fausto. Às gerações que se lhe seguiram, transmitiu a sua paixão pela terra e os valores que sempre o orientaram: trabalho, perseverança e honradez. Ao contrário de meu pai Abel, o avô Fausto gostava de vinhos mais elegantes e frescos, mais macios nos seus taninos e com menos teor alcoólico (assim também podia beber mais um copo). Foi a partir destas memórias que criámos estes vinhos com a simplicidade e a leveza do próprio Fausto.

Avô Fausto tinto

Avô Fausto branco

Avô Fausto – tinto

Avô Fausto tinto

Castas: Baga e Touriga Nacional
Álcool: 13%
Produção média: 2 000 garrafas

As uvas deste vinho provêm de um conjunto de parcelas que, pelas suas características (solos, exposição solar, etc.) dão origem a tintos elegantes e frescos. As uvas das duas castas fermentaram sem desengace durante cerca de uma semana em lagar aberto. Ao longo desse tempo, foram feitas remontagens com massas de madeira, várias vezes ao dia, até o vinho atingir a intensidade desejada. Finalmente, o vinho acabou a fermentação em barricas usadas de Borgonha (carvalho francês) onde estagiou. Passou depois para um pequeno tonel de madeira onde permaneceu até ao engarrafamento, sem qualquer colagem ou filtragem.

2012 “A segunda colheita do Avô Fausto confirma o perfil iniciado em 2010: elegância em vez de potência. Muita especiaria, bagas silvestres, perfeito equilíbrio, taninos polidos, fresca acidez, muito carácter. Apenas um senão: bebe-se sem darmos conta… 17,5/20” – in Revista de Vinhos, 2015

Avô Fausto – branco

Avô Fausto branco

Castas: Maria Gomes
Álcool: 13%
Produção média: 2500 garrafas

Feito a partir de uvas Maria Gomes, este vinho provém de uma vinha cuja produção foi bastante reduzida e vindimada relativamente cedo, de forma a que a elevada acidez natural originasse um branco de guarda. Foi vinificado de bica aberta, sendo o mosto colocado em pequenos decantadores de 1m³ onde permaneceu entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através de precipitação natural. No final deste processo, fermentou em barricas usadas de carvalho francês. Foi feita uma ligeira bâtonnage e estagiou nas barricas até ficar completamente límpido, de forma natural. Engarrafado sem filtragem ou colagem.

2014 “Nota-se o perfil mais floral da casta no aroma elegante, a par de um levíssimo fumado. A boca é surpreendente, na intensidade, leveza e frescura quase crocante, resultando num vinho vibrante e longo, com grande potencial de guarda. 17,5/20″ – in Revista de Vinhos, 2015

Últimos destaques

Oriundo de uma vinha Maria Gomes e Bical, revela enorme personalidade no aroma austero mas elegante, com apontamentos minerais conjudados com notas citronas, um leve floral. A componente de tangerina e limão reaparece no sabor intenso e vibrante, com acidez firme e grande solidez de conjunto. Sério, mas sempre muito fino e sofisticado, impressivo, cheio de brilho, grande expressão de terroir. VINHO BRANCO PAI ABEL 2014 – 18.5 pontos

Luis Lopes – Revista de Vinhos Junho de 2016

The 2011 Garrafeira Quinta Dos Bageiras is the last of this issue’s small vertical on the Garrafeira Baga. It is a complete wine, perhaps the best of the lot, although very unevolved. Fresh and lifted, this has gorgeous fruit to go with the acidity and structure. It is exuberant and youthful now, of course, but underneath there lurks the materials for a long life and complexity to come. It has plenty of power and a serious backbone. Combining the fruit, structure and balance here, we have a wine that should age well for at least three decades, maybe quite a bit more–Baga with this structure and fruit will not die easily. It seems surprisingly approachable just now, but I would expect it to close as the structure emerges and takes over. In any event, you will need to give this some time to let it acquire some complexity. It should show a lot better around 2020–although that may not be its peak. I did not have the price as of this writing, but the $30 price listed is what I was given for the last release. If that holds, it is a super bargain–for those with cellars and patience.

Parker – Classificação 95 Pontos

Wonderful cedary quince freshness allied to the yeasty lees character. Made only in the best years. Deep and rich and quince-like freshness. Such amazing intensity and length. Yeasty depth and biting freshness. Espumante Grande Reserva 2011

Julia Harding (Jancis Robinson) – Classificação 18 pontos

Feito com uvas de Baga, mostra uma bela presença aromática, com fruta delicada e apontamentos vegetais de qualidade. Mas é na boca que este espumante mostra a sua raça, cheio de sabor, expressivo, harmonioso, fresco, perfeito para acompanhar toda a refeição. ESPUMANTE QUINTA DAS BAGEIRAS – BRUTO NATURAL ROSÉ 2014 – 16.5 pontos

Luis Lopes – Revista de Vinhos Junho de 2016

Is another gorgeous Garrafeira from Bageiras, produced only in what owner Mário Sérgio Alves Nuno believes are the best years. Sourced from very old vines (90+ years, said Mario), it was aged for 18 months in used 3000-liter Portuguese tonels. It has big everything: strong concentration of flavor, intensity on the finish, classic Baga nuances and plenty of acidity. This lets it all hang out, but it also works it out rather well. This wine is not for the shy; it is quite a mouthful. It could use a few more years in the cellar, despite its late release (it sort of fits this month’s theme on older wines), but it can be approached if you must. This, for most producers, wasn’t a great vintage, but you could make good wine in it and Bageiras sure did. At the price point, this is a super value. Late released, it should be in the marketplace now. 2010 GARRAFEIRA QUINTA DAS BAGEIRAS – 94 pontos

Mark Squires (October, 2015)

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